quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Placas escritas erradas!

Veja exemplos clássicos de erros da Língua Portuguesa.



























quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Brincando e aprendendo!

Quem disse que não da para fazer a Língua portuguesa divertida?
Provalvelmente um mentiroso pois se você acreditava nele mudará de opnião logo que vir este site:http://guida.querido.net/jogos/ com este site é possível se divertir e aprender Português ao mesmo tempo.
Eu garanto a vocês é realmente divertido, vale apena conferir.

Falando bonito!

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Todos os créditos para NNF.

Museu da Língua Portuguesa

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Todos créditos para Jornal Gazeta.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Com um dicionário tudo fica mais fácil!

Neste link se encontra um dicionário online, basta colocar a palavra desejada na caixa em branco do lado esquerdo da tela e clicar no que você deseja, como: definir, abreeviaturas e etc.
Confiram vale mesmo apena para quem não pode comprar um.
O link é este:http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

Curiosidades!!!!

  1. A maior palavra do português é "Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico", com 46 letras, que denota o estado de quem é vítima de uma enfermidade causada pela aspiração de cinzas vulcânicas.
  2. A língua portuguesa é o único idioma românico em que existe mesóclise.
  3. A palavra "saudade" foi por muito tempo considerada de existência única no português, em relação ao seu significado; esta idéia acabou sendo mitificada, devido a não existir uma palavra imediatamente equivalente nas línguas estrangeiras mais conhecidas. No polaco (polonês), por exemplo, existe a palavra tęsknię, com a mesma definição. Em catalao existe a palavra enyorança, substantivo abstrato de significado idêntico. Com relação ao inglês, embora não haja um substantivo totalmente equivalnte a saudade, usa-se o verbo to miss, por exemplo na frase I miss you, como: "Sinto sua falta", relacionando a sensação de falta à saudade, além de expressões como longing e homesick. O francês e o italiano usam cognatos de mancar para designar a saudade. O termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutre nostalgia. A gênese do vocábulo está diretamente ligada à tradição marítima lusitana.
  4. A Guiné Equatorial é o país mais novo em relação à oficialização da língua portuguesa.

História da sua Língua!

O português nasceu na antiga Galécia (Gallaecia) (Galiza e Norte de Portugal) ao noroeste da península Ibérica e desenvolveu-se, na faixa ocidental da mesma incluindo parte da antiga Lusitânia e da Bética romana. O romance galaico-português nasce do latim falado, trazido pelos soldados e colonos romanos desde o século III a.C.. O contacto com o latim vulgar fez com que, após um período de bilinguismo, as línguas locais desaparecessem, levando ao aparecimento de uma variedade de latim com características galaicas. Assume-se que a língua iniciou o seu processo de diferenciação das outras línguas ibéricas através do contacto das diferentes línguas nativas locais com o latim vulgar, o que levou ao possível desenvolvimento de diversos traços individuais ainda no período romano.A língua iniciou a segunda fase do seu processo de diferenciação das outras línguas românicas depois da queda do Império Romano, durante a época das invasões bárbaras no século V quando surgiram as primeiras alterações fonéticas documentadas que se reflectiram no léxico. Começou a ser usada em documentos escritos pelo século IX, e no século XV tornara-se numa língua amadurecida, com uma literatura bastante rica.
Chegando à península Ibérica em
218 a.C., os romanos trouxeram com eles o latim vulgar, de que todas as línguas românicas (também conhecidas como "Línguas novilatinas", ou, ainda, "neolatinas") descendem. Só no fim do século I a.C. os povos que viviam a sul da Lusitânia pré-romana, os cónios e os celtas, começam o seu processo de romanização. As línguas paleo-ibéricas, como a Língua lusitana ou a sul-lusitana são substituidas pelo latim. Estrabão, um geógrafo da Grécia antiga, comenta num dos livros da sua obra Geographia que os turdetanos adoptaram os costumes romanos, e já não se lembravam da própria língua, sendo este o povo mais romanizado da época na península, habitando a região hoje chamada de Andaluzia, na Espanha. A língua difundiu-se com a chegada dos soldados, colonos e mercadores, vindos das várias províncias e colónias romanas, que construíram cidades romanas normalmente perto de cidades nativas.
A partir de
409 d.C., enquanto o Império Romano entrava em colapso, a península Ibérica era invadida por povos de origem germânica e iraniana ou eslava (suevos, vândalos, búrios, alanos, visigodos), conhecidos pelos romanos como bárbaros que receberam terras como foederati. Os bárbaros (principalmente os suevos e os visigodos) absorveram em grande escala a cultura e a língua da península; contudo, desde que as escolas e a administração romana fecharam, a Europa entrou na Idade Média e as comunidades ficaram isoladas, o latim popular começou a evoluir de forma diferenciada e a uniformidade da península rompeu-se, levando à formação de um "Romance Lusitano". Desde 711, com a invasão islâmica da península, que também introduziu um pequeno contingente de saqalibas, o árabe tornou-se a língua de administração das áreas conquistadas. Contudo, a população continuou a usar as suas falas românicas, o moçárabe nas áreas sob o domínio mouro, de tal forma que, quando os mouros foram expulsos, a influência que exerceram na língua foi relativamente pequena. O seu efeito principal foi no léxico, com a introdução de cerca de mil palavras através do moçárabe-lusitano.
Os registos mais antigos que sobreviveram de uma língua portuguesa distinta são documentos administrativos do
século IX, ainda entremeados com muitas frases em latim. Hoje em dia, essa fase é conhecida como o "proto-português" (falado no período entre o séculos IX e XII).
Portugal tornou-se independente em
1143 com o rei D. Afonso Henriques. A língua falada à época, o português antigo (antepassado comum ao galego e ao português modernos, do século XII ao século XIV), começou a ser usada de forma mais generalizada, depois de ter ganhado popularidade na Península Ibérica cristianizada como uma língua de poesia. Em 1290, o rei Dom Dinis cria a primeira universidade portuguesa em Lisboa (o Estudo Geral) e decretou que o português, até então apenas conhecido como "língua vulgar" passasse a ser conhecido como língua portuguesa e oficialmente usado.
No segundo período do
português arcaico, entre os séculos XIV e XVI, com as descobertas portuguesas, a língua portuguesa espalhou-se por muitas regiões da Ásia, África e Américas. Hoje, a maioria dos falantes do português encontram-se no Brasil, na América do Sul. No século XVI, torna-se a língua franca da Ásia e África, usado não só pela administração colonial e pelos mercadores, mas também para comunicação entre os responsáveis locais e europeus de todas as nacionalidades. A irradiação da língua foi ajudada por casamentos mistos entre portugueses e as populações locais e a sua associação com os esforços missionários católicos levou a que fosse chamada Cristão em muitos sítios da Ásia. O Dicionário japonês-português de 1603 foi um produto da actividade missionária jesuíta no Japão. A língua continuou a gozar de popularidade no sudoeste asiático até ao século XIX.
Algumas comunidades cristãs falantes de português na
Índia, Sri Lanka, Malásia e Indonésia preservaram a sua língua mesmo depois de terem ficado isoladas de Portugal. A língua modificou-se bastante nessas comunidades e, em muitas, nasceram crioulos de base portuguesa, alguns dos quais ainda persistem, após séculos de isolamento. Encontra-se também um número bastante considerável de palavras de origem portuguesa no tétum. Palavras de origem portuguesa entraram no léxico de várias outras línguas, como o japonês, o suaíli, o indonésio e o malaio.
O fim do português arcaico é marcado pela publicação do
Cancioneiro Geral de Garcia de Resende em 1516. O período do português moderno (do século XVI até ao presente) teve um aumento do número de palavras originárias do latim clássico e do grego, emprestadas ao português durante a Renascença, aumentando a complexidade da língua.
Em março de
1994 foi fundado o Bosque de Portugal, na cidade sul-brasileira de Curitiba; o parque abriga o Memorial da Língua Portuguesa, que homenageia os imigrantes portugueses e os países que adotam a língua portuguesa; originalmente eram sete as nações que estavam representadas em pilares, mas com a independência de Timor-Leste, este também foi homenageado com um pilar construído em 2007.
Em março de
2006, fundou-se em São Paulo o Museu da Língua Portuguesa.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A Língua portuguesa!

A língua portuguesa, com mais de 215 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, sendo falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli), Macau e Guiné Equatorial, além de ter também estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul e na União Africana.
A situação da
Galiza e do galego em relação ao português é controversa. De um ponto de vista político e, portanto, oficial, o galego é uma língua porque assim o determinam os organismos de Estado espanhol e da Região Autónoma da Galiza, com legitimidade democrática. De um ponto de vista científico, a ideia de que o galego é uma variedade dialectal da língua portuguesa -e viceversa- reúne hoje um vasto consenso, sendo estudado a par com as restantes variedades do português nas universidades e centros de investigação linguística. Ver o artigo Língua galega.
A língua portuguesa é uma
língua românica (do grupo ibero-românico), tal como o castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.
Assim como os outros idiomas, o português sofreu uma evolução histórica, sendo influenciado por vários idiomas e
dialetos, até chegar ao estágio conhecido atualmente. Deve-se considerar, porém, que o português de hoje compreende vários dialetos e subdialetos, falares e subfalares, muitas vezes bastante distintos, além de dois padrões reconhecidos internacionalmente (português brasileiro e português europeu). No momento actual, o português é a única língua do mundo ocidental falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (note-se que línguas como o inglês têm diferenças de ortografia pontuais mas não ortografias oficiais divergentes), situação a que o Acordo Ortográfico de 1990 pretende pôr cobro.
Segundo um levantamento feito pela
Academia Brasileira de Letras, a língua portuguesa tem, atualmente, cerca de 356 mil unidades lexicais. Essas unidades estão dicionarizadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.
O português é conhecido como "A língua de Camões" (em homenagem a
Luís de Camões, escritor português, autor de Os Lusíadas), "A última flor do Lácio" (expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac). Miguel de Cervantes, o célebre autor espanhol, considerava o idioma "doce e agradável".
Nos séculos
XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa se espalhou pelo mundo, estendendo-se desde as costas Africanas até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes além de Portugal, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Paraguai, Namíbia, Suíça e África do Sul. Encontram-se, também, numerosas comunidades de emigrantes, em várias cidades em todo o mundo, onde se fala o português como Paris na França; Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá; Boston, New Jersey e Miami nos EUA e Nagoya e Hamamatsu no Japão.








Em destaque, países e regiões onde o Português é língua oficial.

Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro

A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro realizada pelo Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Cenpec, desenvolve ações de formação de professores e premia poesias, textos de memórias e artigo de opinião, elaborados por alunos das escolas públicas de todo o país. É possível fazer da escrita, na escola, algo forte e interessante, que possibilite aos alunos e professores pensar mundos transformados pela força da palavra escrita.

Tema: "O lugar onde vivo" .
O prazo de envio dos textos é 8 de setembro.
Mais informações:https://ww2.itau.com.br/itausocial/premio_escrev_fut/index.html

Dominio da Língua em falta!


Analfabestimo funcional atinge 30% da populaçãoDe acordo com o estudo, as Regiões Sul e Sudeste concentram quase 50% das escolas de nível médio em todo o país e mais de 60% das matrículas.

Cerca de 12% dos brasileiros ainda são analfabetos – taxa quatro vezes mais alta do que a registrada na Argentina. Outros 30% da população são considerados analfabetos funcionais, por serem capazes de ler textos sem saber interpretá-los, e um terço dos jovens com idade entre 18 e 24 anos não freqüenta escolas de ensino médio.
Essas são algumas das conclusões da publicação Anuário 2007: Qualificação Social e Profissional divulgada nesta terça-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
De acordo com o estudo, as Regiões Sul e Sudeste concentram quase 50% das escolas de nível médio em todo o país e mais de 60% das matrículas. Já as Regiões Norte e Nordeste, seguidas de perto pela Centro-Oeste, registraram índices menores de 10%.

Nova regra vai mudar a língua portuguesa!


Nova regra prevê unificar a Língua PortuguesaMudanças na ortografia vão atender aos países que têm a Língua Portuguesa como a oficial.


As novas regras da língua portuguesa vêm sendo discutidas há nada menos do que dezoito anos. A idéia é unificar a língua nos países em que o Português é a língua oficial. Muitos foram os estudiosos que se reuniram para decidir sobre o que poderia ser melhorado."Essa não é a primeira reforma ortográfica que acontece com a língua portuguesa", lembra a professora de português Maria Tereza Ribeiro Rios, e acrescenta "essas alterações estão em tramitação desde 1990", fala.Entre as mudanças estão o fim do trema - os dois pontos que ficam em cima da letra u. A reforma também prevê acabar com o acento de vôo, lêem, heróico entre outras palavras. O hífen não será mais usado quando o segundo elemento começar com s ou r, devendo essas consoantes ser duplicadas. Também caem os acentos diferenciais; as letras k, w e y são incorporadas ao alfabeto; e o acento agudo não será usado em alguns casos: como nos ditongos aberto ei e oi.Para o professor de português Denis Eduardo Bianconi, os estuduosos consideram necessárias essas mudanças para facilitar a unificação entre os países em que os habitantes falam o português. "As mudanças acompanham a evolução da língua e são necessárias", comenta o professor.Para o educador quem mais vai sofrer com o impacto da mudança ortográfica serão os dicionaristas, além do meio político e econômico."Mais importante do que essas alterações morfológicas, é a construção textual, e, isso concorre a mais elementos, como a clareza, estética, entre outros. Essa mudança da escrita será facilmente adaptada", fala a professora Maria Tereza. Pedagogicamente os educadores entrevistados não vêem como problema. (ou seria veem?).